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sábado, maio 23, 2009
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Escrito em 1802...
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terça-feira, setembro 16, 2008
"O Sono", de Salvador DalíJohn Keating (Dead Poets Society)
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segunda-feira, julho 14, 2008
____make it
Till the sun goes down forever
And until then what you got
______to lose
But the losing? We're fallen
___angels
Who didnt believe
That nothing means nothing."
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sexta-feira, maio 30, 2008
"The first key to write is writing; not to think"
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terça-feira, abril 01, 2008
Coronel Luís Alves de Fraga processado por críticas tecidas ao péssimo atendimento do Hospital da Força Aérea no blogue Fio de Prumo
No Diário de Notícias do passado dia 29 de Março, dá-se conta de uma notícia verdadeiramente insólita e, no mínimo, de contornos fascistóides. 
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sexta-feira, janeiro 11, 2008
Programa Porta 65 Jovem reavaliado já!
E o mais caricato é que as regras deste programa, que substituiu o IAJ (Incentivo ao Arrendamento Jovem), foram criadas justamente com o objectivo de reduzir substancialmente o apoio e o número de jovens apoiados pelo Estado no seu acesso à habitação, por forma a poupar uns milhões de euros, graças às exigências da União Europeia. O défice é, assim, combatido pelo Governo português à custa dos direitos e da despromoção da qualidade de vida da população.
Nisto, o Porta 65 Jovem diminuiu o apoio de cinco para três anos, prevendo a diminuição quantitativa progressiva do apoio ao longo desses três anos; desligou-se completamente da realidade e previu um tecto máximo de valor de renda muito abaixo daquele que é praticado nas várias localidades deste país.
A esta realidade, o Governo argumenta que se pode estar perante um mecanismo que levará à baixa de preços de arrendamento. Nada mais falso. A criação do Governo é um mecanismo que fomenta a fuga fiscal, na medida em que fomenta valores contratuais de arrendamento falsos que possibilitem acesso ao Porta 65 Jovem, sendo que a outra parte da renda, não declarada, ficará à margem de qualquer recibo e, portanto, não declarada para efeitos fiscais.
Considera o Governo que, se forem essas as circunstâncias, os cidadãos serão polícias e delatores uns dos outros e que poderão sempre denunciar estas fraudes. Não deixa de ser curioso que o Governo altere o IAJ com o argumento, como de resto fez com outros subsídios, de que havia muitas situações indevidas na atribuição desses apoios (assumindo a sua inqualificável incapacidade de fiscalizar a atribuição dos mesmos) e depois crie um programa altamente restritivo e até incentivador de fraudes.
Mas este critério desadequado do valor máximo de renda admissível tem ainda outra consequência preocupante, que se traduz no afastamento dos jovens dos centros urbanos para procurar habitação mais barata nas periferias, fomentando-se, assim, problemas graves de ordenamento do território e de mobilidade que se procuram inverter, mas que são incentivados por programas deste tipo.
O apoio ao arrendamento jovem é um instrumento fundamental para promover a independência dos jovens e garantir o seu acesso à habitação. Com a dificuldade de aceder a esse direito, os jovens retardam as suas opções de constituir família e, mais uma vez, revemos um exemplo de como o Estado dá com uma mão para de imediato retirar com a outra, se pensarmos nos apregoados (mas diminutos) apoios à natalidade. Quando toca a garantir dignas condições de vida que permitam aos cidadãos fazerem opções como ter filhos em consciência, o Governo é exímio em retirar e diminuir tudo, como a habitação.
E isto é tanto mais relevante e elucidativo quanto neste país o desemprego dos jovens é uma realidade crescente, e designadamente entre jovens qualificados. E aqueles que encontram emprego sujeitam-se a salários vexatórios, especialmente se comparados com os de jovens de outros países da União Europeia.
É triste verificar como este PS encara os apoios sociais como um privilégio, quase como um favor que o Estado faz, e não como um direito dos cidadãos e um dever do Estado para lhes garantir acesso a questões essenciais, igualdade de oportunidades e dignas condições de vida.
É por isso também que para o programa Porta 65 Jovem, tal como para outros apoios, o Governo criou um processo de candidaturas altamente burocrático, contrariando toda a lógica "simplex" com a qual se procurou vestir politicamente, tentando passar uma imagem de grande aproximação do Estado aos cidadãos, o que de todo se prova não constituir uma realidade generalizada.
Tal como o Governo recuou, como não podia deixar de ser, na absurda ideia de pagamento da actualização de pensões durante longos meses, deve também recuar no Porta 65 Jovem e promover a sua urgente reavaliação, por forma a garantir aos jovens deste país, que dele precisam, um verdadeiro apoio no acesso à habitação. O Governo não pode continuar a virar costas à população. Os portugueses estão a pagar um preço demasiado caro, nos índices de desemprego, na pobreza cimentada, na falta de direitos básicos que estrangula este país e o desprestigia a todos os níveis. É tempo, pois, de reforçar as exigências que o Governo deve a este povo.
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terça-feira, novembro 13, 2007
Sem rei nem rock... ainda!
A bem-vinda correcção foi-me feita via e-mail por um grande amigo, que não acidentalmente até conhece muitíssimo bem – como ninguém que eu conheça à excepção dele próprio, claro está – os meandros da Valentim de Carvalho e, agora, da FNAC…
Escrevia-me ele assim: “Desculpa corrigir-te, mas tens um erro grosseiro nesse texto. Em 2006, a VC não tinha cerca de 100 lojas, como afirmas. Aliás, nunca teve. Nem de longe nem de perto. Em 2006, o número de lojas nem chegava a 30! Actualmente, a VC tem apenas quatro lojas e não ‘dez unidades’”.
Adiante, o meu querido R. acrescenta: “Verifico que não frequentas nem consultas a programação dos auditórios FNAC. Mais do que qualquer outra entidade, a FNAC é uma das maiores divulgadoras de novos (e consagrados) projectos de música portuguesa, editando também até 2007 vários CD's/compilações desses mesmos novos projectos.”
A rematar, o R. referiu, e muito bem, não ter observado no texto qualquer interrogação quanto aos motivos por detrás da falência da Valentim de Carvalho.
Na verdade, o que mais me importava constatar em tom crítico era, muito simplesmente, a continuidade da situação verificada no C.C. Amoreiras, “sem rei nem rock”… Terei metido os pés pelas mãos...
Mea culpa. A Verdade fica-nos melhor do que o orgulho. Obrigado, R.
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segunda-feira, outubro 22, 2007
Petição pelo "bem dos artistas de espectáculo em Portugal"
Concretamente, “o Art.º 17 da Proposta de Lei 132/X vem impor a regulação, através de Contrato de Trabalho ou Instrumento de Regulamentação Colectiva, dos Direitos de Propriedade Intelectual decorrentes da actividade artística, a coberto de uma alegada, e não provada, limitação ao princípio constitucional da liberdade de exercício individual de Direitos”.
Segundo consta no texto, “os ataques à Gestão Colectiva agora propiciados viriam reinstalar a situação de vergonhosa iniquidade anterior a 2004, em que os Artistas se viam forçados e coagidos, por estado de necessidade, a cederem a titularidade e remuneração dos seus Direitos, sob pena de verem coarctado, esse sim um preceito constitucional fundamental, o seu Direito a exercer uma profissão”.
- A eliminação do Artº.17 da Proposta de Lei 132/X, assim como de qualquer outra forma de regulação dos Direitos de Propriedade Intelectual decorrentes da actividade artística à margem do disposto no Código do Direito de Autor e Direitos Conexos.
- A manutenção, em todas as instâncias legislativas, no presente e no futuro, das formas de Exercício Colectivo previstas no Artº.178 do Código do Direito de Autor e Direitos Conexos.
Assine-se, pois! Sem hesitação!
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quarta-feira, agosto 29, 2007
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quarta-feira, julho 18, 2007
Solidário com João Pedro Graça, do blogue Apdeites
"O livro Blogues Proibidos contém, no primeiro dos seus seis capítulos, isto é, em 23 de 118 páginas, 90% de texto copiado sem autorização, consulta ou sequer aviso dos legítimos autores (os identificados), sendo que 99% dos materiais de consulta provieram de um único site, o Apdeites."
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terça-feira, julho 17, 2007
"A Revolução está na palma da tua mão"
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segunda-feira, junho 25, 2007
"O Homem é a única criatura que consome sem produzir" (George Orwell)
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quinta-feira, junho 14, 2007
Autárquicas brancas?
Antecipando a publicação do post de análise de resultados da “Sondagem Cordiana V: Portugal precisa de uma nova Revolução?” (já não era sem tempo!), aproveito para transcrever o que o nosso prémio Nobel da Literatura disse ontem, em Santilhana del Mar:“Antes gostávamos de dizer que a direita era estúpida, mas hoje em dia não conheço nada mais estúpido que a esquerda. É altura de protestar, porque se nos deixamos levar pelos poderes que nos governam e não fazemos nada por contestá-los, pode dizer-se que os merecemos. Estamos a chegar ao fim de uma civilização e aproximam-se tempos de obscuridade, o fascismo pode regressar; já não há muito tempo para mudar o mundo.”
Como seriam interessantes umas autárquicas brancas…
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quarta-feira, abril 25, 2007
Grândola, Vila Morena - 2.ª senha
"Grândola, Vila Morena" é a canção de Zeca Afonso escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. Composta como homenagem à "Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense", onde, no dia 17 de Maio de 1964, José Afonso actua e conhece o guitarrista Carlos Paredes - "o que esse bicho faz da guitarra", escreveria aos pais em carta -, "Grândola" passou no programa "Limite", da Rádio Renascença, às 0h20m do dia 25. Estava dado o sinal para o arranque das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução ganhava terreno. Zeca havia ficado impressionado com a colectividade Grandolense, "um local obscuro, quase sem estruturas nenhumas, com uma biblioteca com claros objectivos revolucionários, uma disciplina generalizada e aceite entre todos os membros, o que revelava já uma grande consciência e maturidade políticas".
"Vivi o 25 de Abril numa espécie de deslumbramento. Fui para o Carmo, andei por aí... Estava de tal modo entusiasmado com o fenómeno político que nem me apercebi bem, ou não dei importância a isso de Grândola. Só mais tarde, com o 28 de Setembro, o 11 de Março, quando recomeçaram os ataques fascistas e a Grândola era cantada nos momentos de maior perigo ou entusiasmo, me apercebi bem de tudo o que ela significava - e, naturalmente, tive uma certa satisfação".
Zeca Afonso
Fontes:
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E Depois do Adeus - 1.ª senha
"E depois do Adeus" foi a canção que serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974. Com letra de José Niza e música de José Calvário, foi escrita para ser interpretada por Paulo de Carvalho na 12.ª edição do Festival RTP da Canção, do qual tinha saído vencedora pouco tempo antes. Transmitida pelos Emissores Associados de Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, "E depois do adeus" dava a ordem de partida dos quartéis. (Fonte: Wikipedia)
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sexta-feira, abril 20, 2007
Rato do Deserto numa seara de Trigo
Adiante, o Arnaldo, do Página 23, perguntava-me, depois de, NESTE post, observar um nome que lhe era estranho e que reclamava a autoria de duas das músicas tocadas pelos Baby Jane no último concerto da banda, quem é o enigmático João Trigo, recordando, coincidência das coincidências!, o velhinho tema “Luz da Noite” ("Devil"):
Pois bem, a minha resposta espontânea, dada de imediato na mesma caixa de comentário (ESTA), sem cuidados extremos com a delicadeza da redacção, seguiu assim:
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quarta-feira, abril 11, 2007
quarta-feira, março 21, 2007
Dia Mundial da Poesia na Casa Fernando Pessoa
in "Conversa Sobre o Teatro", de Federico Lorca
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segunda-feira, março 05, 2007
Iraque: Soldados americanos invadem sindicato dos jornalistas
Há dias, soldados americanos assaltaram a sede do Sindicato dos jornalistas iraquianos no centro de Bagdad. Segundo a International Press Service (IPS), 10 guardas foram presos, e 10 computadores e 15 pequenos geradores destinados a famílias de jornalistas mortos foram apreendidos. «Eles mataram colegas nossos, encerraram jornais, prenderam centenas de jornalistas, e agora acertam-nos no coração com rusgas na nossa sede. Esta é a liberdade de expressão que recebemos», reagiu Youssif al-Tamini, membro do Sindicato de Jornalistas Iraquianos.Etiquetas: Imagens e Afins, Terrorismo, Textos Alheios, Totalitarismos


