terça-feira, dezembro 25, 2007

Insterstício Estelar

Dizia que, a ouvir música,
não devia ler poesia;
que os casais à beira-mar
vão querer partir um dia.

Dizia que o maior segredo não escondia,
por nem saber justamente quem sou.

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3 Comments:

Anonymous gc said...

O poder nevrálgico do intermédio..é nesta fase cinzenta que nos voltamos a encontrar..apesar de acreditar que realmente nós nunca nos perdemos..fomos apenas ali à esquina beber uma ginginha e rapidamente se regressa..

Abraço fraterno

quarta-feira, dezembro 26, 2007 10:31:00 da manhã  
Blogger Prosa e Poesia said...

eu gosto de poesia e não preciso de explicar o pq... o ensaísta Eduardo Lourenço no seu Livro Tempo e Poesia escreveu: «O que nem Filosofia nem Ciência nos concedem, um só verso, um daqueles que Mallarmé dizia “interminavelmente belo” no-lo oferece, porque nele regressamos e nele somos o Tempo que em tudo o mais esquecemos mas que jamais nos esquece. Este é o mistério, o lúcido e inexpugnável mistério da Poesia: o Tempo (...)"
e como tal gostei do poema cordiano :)
Bj

Maria

quinta-feira, dezembro 27, 2007 11:29:00 da manhã  
Blogger Davi Reis said...

:)

Fico todo vaidoso com estes comentários.

Aquele abraço e um beijinho

sexta-feira, dezembro 28, 2007 12:45:00 da manhã  

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