sexta-feira, Novembro 28, 2014

'A Nova Fé (É a Descrença)' - nova canção em estreia aqui e agora

"A Nova Fé (É a Descrença)" resulta de uma delonga invulgar na base do seu processo de produção. Trata-se de uma canção que já estava quase inteiramente escrita e parcialmente gravada (no pequeno Micro BR de quatro pistas) em meados de 2013, mas que eu pretendia regravar e concluir, tal como já havia sido acertado, no estúdio do Bill (Sebastiano Ferranti), que assim iria tocar e captar uma bateria orgânica, por oposição à bateria programada sobre a qual eu havia gravado todo o instrumental (baixo, guitarras, etc). 
Entretanto, já com a bateria do Bill gravada, e sabendo da vontade de dois ex-Baby Jane (Ricardo Tomás e Ricardo Pinto) em participar nas gravações que estavam em curso, optámos por regravar também (além da bateria) o baixo e as vozes. O Tomás estudou a lição e gravou rapidamente a sua linha de baixo em estúdio, mas o Pinto, apesar da dedicação que empreendeu no projecto de canção, teve por fim dificuldade em conciliar agendas, pelo que acabei por gravar as vozes em definitivo, em casa, com recurso ao gravador Boss BR-800 e aos microfones Golden Age Project FC3 e Shure SM58. Teria sido desejável que o Tomás gravasse também vozes, mas, mais uma vez, houve um pequeno desacerto de agendas que fez com que o Bill concluísse os trabalhos com as pistas de voz que eu lhe tinha enviado.  
Quer isto dizer que esta canção é um Frankenstein de produção áudio maquilhado a pó de arroz, mas um Frankenstein domado q.b. - talvez demasiado manso para o que eu desejaria, essencialmente devido à má qualidade do som de guitarra obtido originalmente no Micro BR, que condicionou tudo o resto no processo de masterização. As guitarras foram, portanto, inteiramente gravadas no meu anterior gravador digital de quatro pistas Boss Micro BR, com o respectivo processamento; a bateria e o baixo foram gravados no estúdio do Bill pelo próprio, sendo que o baixo foi tocado pelo Ricardo Tomás; as vozes foram, por fim, gravadas no meu BR-800 em casa e posteriormente enviadas ao Bill; a mistura e a masterização foram concluídas ontem, dia 27, pelo Bill no seu estúdio. 
Sobre a canção propriamente dita, resulta da observação, a partir da janela de minha casa, do desencanto neurótico, da alienação angustiada, da agressividade descontrolada dos transeuntes na rua. Desde que regressei para o centro de Lisboa, onde vivi durante quase toda a vida, notei particularmente uma crescente inquietação existencial pairante nas gentes, que amiúde leva pessoas a descontrolarem-se, insultarem-se e até agredirem-se em plena rua. Desconhecidos, casais, familiares. Uma perturbação generalizada e notória para quem, como eu, passou alguns anos a viver e a trabalhar em casa, fora de Lisboa, numa zona meramente habitacional, sem o bulício da capital. Mas não vou escrever mais sobre a canção do que escrevi para a própria...
Resta dizer que há um lapso na letra cantada (gravada), sendo que, no sexto verso, quando se ouve "olho a cidade enraivecida" deveria ouvir-se "ouço a cidade". Por esse motivo, mantenho a letra correcta abaixo, independentemente do lapso gravado. De sublinhar, mais uma vez, a colaboração do meu Irmão Ricardo Tomás, que gravou o seu primeiro tema comigo no formato pós-Baby Jane. Ao momento, eu, o Bill e o Tomás estamos perto de concluir nova canção gravada a três, mas agora totalmente captada no estúdio do Bill.  

Todas as canções originais estão disponíveis para download gratuito. 

Clique em "download". 

* A Nova Fé (É a Descrença) - letra *

Nunca tantos deveram
tanto a tão poucos
Nunca tantos partiram 
em busca de sonhos

Abeirado à janela
ouço a cidade
enraivecida

A nova fé é a descrença

A fé
no peito
um mar sem pé
A nova fé é a descrença.

Não há dívida tua
apátrida ruga
que pague a não-vida
silente na funda noite
que te engole os dias

Nunca tantos fugiram
de tantos credores
Nunca tantos sedaram
do espírito as dores

Abeirado à janela
vejo a cidade
enlouquecida

A nova fé é a descrença

Longa noite de uma inquisição sem Fé…
o instinto da acção no peito aberto 
e dentro um mar sem pé
revolto e incerto

Nunca tantos deveram
tantos favores
Nunca tantos viveram
como vasos sem flores

Abeirado à janela
sinto a cidade
fria e tensa

A nova fé é mesmo a descrença

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segunda-feira, Novembro 24, 2014

Videoclip de 'Universo de 1'


A canção "Universo de 1" foi apresentada AQUI, no Caderno de Corda, mais precisamente no dia 12 de Novembro de 2014. Hoje publico o videoclip possível, realizado por mim, mais uma vez pejado de imagens ilicitamente obtidas do YouTube. Não deixo, obviamente, de referir as fontes de que me abeberei, com todo o respeito:

https://www.youtube.com/watch?v=6DY87zB8_Mg
https://www.youtube.com/watch?v=UWwHJtJR750
https://www.youtube.com/watch?v=dGyZvSSUBgI
https://www.youtube.com/watch?v=arZgrr0tp9s
https://www.youtube.com/watch?v=uQkMTZWEjcU
https://www.youtube.com/watch?v=WfGMYdalClU

Devo acrescentar que o videoclip que aqui se estreia foi realizado por mim em software gratuito. Compus, produzi, gravei, toquei, cantei, misturei e masterizei integralmente a música em casa (música, letra, baixo, guitarras, pandeireta e vozes) no gravador digital de oito pistas Boss BR-800. Todas as informações no post de lançamento da canção.

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quarta-feira, Novembro 12, 2014

Regravação de "Universo de 1", versão 2014


Acabada de regravar e publicar ontem no ReverbNation, dia 11 de Novembro de 2014, "Universo de 1" é uma canção já muito antiga que começou inusitadamente pelo refrão, por volta de 1998 ou 99, guardado na memória durante talvez um ano ou coisa que o valha, até que, finalmente, surgiu o resto da canção, escrita, composta e gravada integralmente já no ano 2000, após um regresso de África.
A primeira gravação embrionária do tema (que se pode ouvir isoladamente AQUI), datada portanto do ano 2000, foi levada a cabo pelo João Martins, baixista dos Skamioneta do Lixo, na garagem do Carlos, então um dos músicos da banda Beringelas. À época, contei com a participação do Paulo Amaral na bateria, que integrava, tal como eu, os Baby Jane, sendo que todos os restantes instrumentos e vozes (guitarras, baixo e instrumentação adicional) ficaram a meu cargo. Apesar de ter integrado consistentemente o reportório dos Baby Jane no seu tempo, a canção nunca fez parte de qualquer maquette da banda.
Porque a primeira gravação apresenta inúmeros defeitos, falhas e uma qualidade inferior (descobri há pouco que o master de que disponho se encontra em mono), resolvi regravá-la em casa com o equipamento de que disponho agora. Assim sendo, tudo foi feito no gravador digital de oito pistas Boss BR-800 com o seguinte equipamento: microfone de condensador largo Golden Age Project FC3, microfone Shure SM58, guitarras eléctricas Duesenberg Starplayer TV e Ibanez EX-370, baixo Höfner Ignition Beatles Bass VSB e uma pandeireta. A bateria foi inteiramente programada, ponto a ponto, no software Rhythm Editor do BR-800. 

Todas as canções originais estão disponíveis para download gratuito. 

Clique em "download".

* Universo de 1 (letra) *

Se tudo fosse meu...
o poder de ter o teu e então brincar
no dorso de um animal,
uma cenoura num fio
como um telejornal...

No mundo visual,
cor daquilo que se é ou se pertence...
e sem saber, já se tem religião
como o político que ganhou a eleição

Temos de entrar para poder sair
Partir é chegar e chegar será sempre partir

Se tu pudesses ver
além daquilo que se pode ter,
como átomo e electrão...
pode ser...
como a terra e o sol,
ou inverter...
a escala é nossa invenção,
como dizer?...
tudo isto é anzol
e tubarão

Temos de entrar para poder sair
Partir é chegar e chegar será sempre partir

Temos de entrar para poder sair
Partir é chegar e chegar será sempre a partir,
Sempre a partir...

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quarta-feira, Outubro 22, 2014

Videoclip de 'Filho da Minha Vontade (P'ra Lá dos Lençóis)'



A canção "Filho da Minha Vontade (P'ra Lá dos Lençóis)" foi apresentada AQUI, no Caderno de Corda, mais precisamente no dia 3 de Setembro de 2014. Hoje publico o videoclip possível, realizado por mim, mais uma vez pejado de imagens ilicitamente obtidas do YouTube. Não deixo, no entanto, de referir as fontes de que me abeberei, sendo que, na verdade, nem todos os links abaixo muniram de conteúdos este videoclip


Devo acrescentar que o videoclip que aqui se estreia foi realizado por mim em software gratuito. Compus, gravei, toquei, cantei, misturei e masterizei integralmente a música em casa (música, letra, guitalele, guitarras, pandeireta, shaker e vozes) no gravador digital de oito pistas Boss BR-800. Todas as informações no post de lançamento da canção.

n. b. - Porque a audição da música é prejudicada pela qualidade inferior do som pós-upload no YouTube, segue abaixo um player que remete para a mesma, com melhor qualidade de audição, embora em MP3, é certo. Se o estimado leitor quiser pode, em local apropriado, e sem procurar muito, fazer o download desta e doutras canções.


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terça-feira, Setembro 23, 2014

Höfner Ignition Beatles Bass VSB

Acabadinho de chegar da Alemanha, eis o meu novo baixo: o Höfner Ignition Beatles Bass VSB, que foi imortalizado pelo Grande Mestre Paul McCartney. Trata-se, na verdade, de uma réplica do originalmente usado pelo baixista em grande parte das gravações e dos concertos dos míticos The Beatles. O estojo, produzido pela Thomann, é também uma réplica do que Paul usava. Levíssimo e super-maneiro. Como ainda não tive tempo de testá-lo ligado a um amp ou a uma mesa, posso apenas dizer que o som natural, unplugged, dele é já muito aprazível. Veio com cordas roundwound mas, pelo que já li e toquei, mudá-las-ei, a seu tempo, por cordas flatwound, como me parece ser recomendável para este baixo. Uma coisa é certa: hoje já começo a gravar musiquinha nova. 


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quarta-feira, Setembro 03, 2014

Nova canção "Filho da Minha Vontade (P'ra Lá dos Lençóis)" em estreia aqui e agora

"Filho da Minha Vontade (P'ra Lá dos Lençóis)" terá começado a ser composta em finais de 2013/início de 2014. O primeiro esboço foi ainda apontado no gravador digital de quatro pistas Micro BR, da Boss, mas, entretanto, com a compra do BR-800, acabei por concluir a canção neste último gravador, de oito pistas e mais um par de sapatos. Apesar de ter a canção totalmente composta e gravada (à excepção da voz) há muito (provavelmente desde Março ou Abril de 2014), só na noite passada (madrugada deste dia 3 de Setembro) gravei algumas pistas de voz que faltavam, masterizei e de imediato publiquei no meu quartel-general das canções - leia-se ReverbNation.  
A canção terá tido a sua origem quando tocava o Guitalele GL-1, da Yamaha, que comprei no final de 2013, e constitui, até ao momento, a materialização mais sólida de uma ideia original embalada pelo som desta espécie de ukulele barítono acústico com seis cordas de nylon (uma pequena viola com som de ukulele e afinação em LÁ).
Apesar do andamento mellow da canção, entre aquilo que à partida poderia ser mais easy going (e listening) e aquilo que seria decorrente da minha experiência directa e das minhas preocupações mais prementes e efectivas, optei por escrever uma letra o mais pessoal possível, cujo subtexto é mais agri do que doce. Dedico-a ao meu pai, ainda que ele não o saiba aquilatar.
Antes de enumerar os instrumentos usados na gravação, devo mencionar a colaboração do meu querido e velho amigo Nuno 'Dino' Rodrigues, que me recebeu em sua casa, no seu estúdio caseiro, para gravarmos juntos o coro que se ouve entre os 2'35'' e os 3'07''. Pela primeira vez na história das gravações caseiras desta casa existe por ali outra voz que não a minha, mas deseja-se que o "efeito" seja mais notório e presente no futuro. Estamos a trabalhar nesse sentido e mantém-se a promessa do surgimento abrupto de mais canções no curto prazo - canções essas que estão há muito em linha de produção, embora em stand by de processos.
Por fim, antes da letra da canção, fique registado que, à excepção do coro já referido, gravado em casa do Dino, tudo foi feito no gravador digital de oito pistas Boss BR-800 com o microfone de condensador largo Golden Age Project FC3, uma pandeireta, um shaker artesanal de madeira, um Guitalele Yamaha GL-1 e as guitarras electro-acústica Ibañez EWC-30 de cordas de aço e a eléctrica Duesenberg Starplayer TV.  

Todas as canções originais, à excepção da canção mais recente, estão disponíveis para download gratuito.

Clique em "download".

* Filho da Minha Vontade (P'ra Lá dos Lençóis) - letra *

Vem, deixa-te aninhar.
Perdi-me p'ra te encontrares.
És tu quem me viu nascer...
eu sou Édipo sem querer...

Dorme e come, 
deixa a confusão
p'ra lá dos lençóis.

Vais deixar-me sem memória,
olhos fundos, perdidos, a boiar sem glória,
e eu vou ver como a Liberdade
rouba um beijo às portas da cidade
- saudade de sentir saudade,
filho da minha Vontade...

Bem pode chover lá fora
e nem que a terra trema,
estás a salvo sob a minha asa
numa casa que o Amor sustenta.

Mas eu vou ver como a Liberdade
rouba o Sol à tarde...
Nada temas, volto p'ra abraçar-te.

Não estás só. Não estás só...

Come e dorme, 
deixa a confusão
p'ra lá dos lençóis.

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terça-feira, Agosto 05, 2014

Baby Jane nos Reis do Estúdio: todos os momentos mais relevantes

E aqui estão, finalmente, todos os vídeos que, no canal da casa, recordam a participação dos Baby Jane no programa da RTP1 Reis do Estúdio, gravado nos Estúdios 365 e emitido em 1997/98. Da primeira eliminatória, passando pela semi-final e fechando com a final, estão reunidos neste post, em dez vídeos, os momentos mais relevantes da participação dos Baby Jane ao longo de todo o programa. Mais uma vez, um agradecimento indispensável ao Dino Duarte, que, a partir da sua ilha da Madeira, teve a extrema gentileza de me disponibilizar, na íntegra, os programas em que os Baby Jane actuaram.

Baby Jane - entrevista com Ágata (Reis do Estúdio, 1.ª eliminatória)

"A Minha Casinha" (Xutos) por Ricardo Pinto (Baby Jane) - Reis do Estúdio, 1.ª eliminatória


Baby Jane - "Sol da Caparica" (Peste & Sida) - Reis do Estúdio, 1.ª eliminatória


Reis do Estúdio: Baby Jane vencem eliminatória


"A Minha Casinha" (Xutos) por Ricardo Pinto (Baby Jane) - semi-final de Reis do Estúdio


Baby Jane - "Impressões Digitais" (GNR) - semi-final de Reis do Estúdio


Reis do Estúdio: Baby Jane vencem semi-final


Finalíssima do programa Reis do Estúdio: apresentação das bandas


Baby Jane - "Playback" (Carlos Paião) - Final de Reis do Estúdio


Reis do Estúdio: Decisão Final

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Versões de teste de "Street Spirit (Fade Out)" e "Rockin' in the Free World" no YouTube

Pois... é isso... as versões de teste de "Street Spirit (Fade Out)" e "Rockin' in the Free World" chegaram rapidamente ao YouTube, mais especificamente ao canal deste que vos escreve: https://www.youtube.com/user/davireis
Como já havia escrito nos respectivos posts de publicação das referidas canções (AQUI e AQUI), ambas as gravações foram realizadas com o propósito de testar novo equipamento.  

STREET SPIRIT (FADE OUT) - RADIOHEAD - ACOUSTIC RENDITION BY DAVI REIS


ROCKIN' IN THE FREE WORLD (NEIL YOUNG) - COVER BY DAVI REIS

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sexta-feira, Agosto 01, 2014

"Rockin' in the Free World", de Neil Young, por Davi Reis. Em teste: Boss BR-800 e Golden Age Project FC3


Audição recomendada com headphones

Depois de uma primeira experiência acústica com uma versão de apenas voz e guitarra de "Street Spirit (Fade Out)", dos Radiohead, chegou a hora de fazer o teste do rock ao gravador digital multipistas Boss BR-800 e ao microfone de condensador largo Golden Age Project FC3, comprados há coisa de quatro meses. 
Assim sendo, toquei, cantei e gravei uma versão da canção icónica "Rockin' in the Free World"  (studio version), de Neil Young, que masterizei duas vezes - uma versão mais "hard" e outra mais "soft", essencialmente por questões relacionadas com volumes. Note-se que a bateria é o único instrumento não orgânico, embora tenha sido, desta feita, totalmente "desenhada" por mim através do software Rhythm Editor, do BR-800, muito à semelhança do que se pode ouvir na versão original de estúdio, embora um pouco mais acelerada (135 bpm). Ambas as versões se encontram desde ontem no player do Reverb Nation - uma à cabeça, temporariamente (hard version), e outra na cauda da lista (soft version). Está bom de ver que gosto mais da versão "hard"...
Usei o habitual baixo Rockson de 80 euros, a guitarra Duesenberg Starplayer TV e, finalmente, de regresso, a Ibanez EX-370 que sempre me acompanhou, de novo engalanada para a acção ao melhor nível, graças às mãos hábeis e cuidadosas do Nuno Carmona, também conhecido como Tarzan.
Como já tinha escrito antes, há várias canções em processo de gravação e composição. Por isso, stay tuned!


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terça-feira, Abril 22, 2014

A minha visão literal da confirmação do título


Benfica - Olhanense, 28.ª jornada, época 2013/14. Vídeo gravado pouco depois do segundo golo do Benfica e de Lima no jogo. Quem não gosta de futebol é porque não nasceu do Benfica. Et Pluribus Unum.

Obrigado, Patrícia Nicolau e Miguel Dias Ferreira! À Benfica!

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quinta-feira, Março 27, 2014

Anno IX - O Jantar



Mantendo a semi-aleatoriedade tradicional da legenda, eis o 11 inicial que literalmente comeu a relva n' O Jantar cordiano de 9.º aniversário: Ricardo Pinto, Ricardo Girão, Rui Pina, Hugo Dantas, João Barroso, Miguel Leão Miranda, Hugo Simões, João Trigo, Gustavo Silva, Carlos Nunes e João Pimenta.


Corria o anno de 2006 quando Gustavo Silva, Patrono d’O Jantar, convocou, na caixa de comentário do post de 16 de Março de 2006 - “Anno I – Exortação aos estimados leitores” -, um jantar sob pretexto da celebração do primeiro aniversário (27 de Março) do Caderno de Corda.   
Passaram-se nove anos desde a criação deste blogue, inicialmente dedicado à publicação de poesia pueril e adolescente que estava guardada na gaveta, mas apenas sete jantares se realizaram – o sexto e o sétimo anos registaram excepções justificadas. 
Já alguma coisa foi escrita antes, durante as madrugadas pós-Jantar, e parte disso já nem as tags contêm. Ao fim de nove anos de posts neste dia, sobre este tema, a alternativa é consultar os arquivos mensais de antanho se quisermos recordar os respectivos jantares.
Penso em vocês, no que escrever, e vêm-me à memória os Irmãos Ricardo e Bruno Tomás, que hoje perderam uma avó. Para eles a para a família, Aquele Abraço de todos os presentes. Estiveram no nosso pensamento.
Quero sempre dar-vos palavras novas para dizer o óbvio, o genuíno. Ainda que a metáfora seja pobre e eu esteja estafado, sinto-me com o depósito cheio – e não é de frango nem esparregado, se bem que aquela travessa anacorética de relva fria, cheia a dois terços, me tenha deixado com remorsos.
Isto é, pois, como anteriores textos comemorativos do aniversário cordiano, escrito no fio da navalha, mas com o coração cheio. Faltou pela primeira vez, por motivo de força maior, o Comensal-Mor de Maconge, indefectível titularíssimo César da Silveira, mas tivemos reforços de luxo com as saudadas presenças dos muito estimados Ricardo Girão, Rui Pina, Hugo Dantas e João Barroso. Em dúvida estiveram muitos outros Amigos, alguns dos quais reincidentes n' O Jantar, como o Felipe Gomes, o João Graça, o Rui Almeida, o Paulo Amaral ou o Bruno Sardo, a quem deixo Aquele Abraço e, desde já, o convite para o próximo ano.
Pegando em algumas palavras já aqui escritas antes pela mesma ocasião, julgo ser importante relevar que estabelecemos efectivamente pontes mais próximas, abraçando pretextos para a celebração da Amizade. O nosso Jantar transcende a liça cibernética, resgatando a mais tangível realidade dos afectos - jantar que é igualmente um feito de todos, muito além da mera celebração do aniversário deste blogue. A efeméride não pode passar sem concretização à mesa; o Caderno de Corda não se pode fazer sem isto.
Sem que tenha consultado o Borda d’ Água, quero deixar desde já um desafio aos Comensais: quando O Jantar se realize numa sexta-feira ou num sábado, devem os estimados confrades prolongar a saída nocturna para um copo em ambiente aprazível, propício à conversação e à troca de ideias. Enternecem imensamente este que vos escreve e na mesma medida honram este blogue, mas isto é tudo, realmente, acerca de nós e das coisas simples que sabemos sem saber.
O Caderno de Corda promete, para breve, a publicação de novas canções, e tem na manga um projecto que, se tudo correr bem, demore o tempo que demorar, será também um projecto vosso, especialmente daqueles que tenham dedo (ou dez) para a música, para a lírica ou para as artes visuais e performativas. E com isto apercebo-me de que, mais uma vez, não fomos surpreendidos por bailarinas exóticas.
Como sempre nesta ocasião, o cabeçalho do Caderno de Corda está agora actualizado, podendo ler-se, no final da animação, Anno IX.

Daqui a exactamente um ano, no mesmo sítio, à mesma hora. 

ASSIM foi. Assim seja.

Como sempre, O Jantar teve lugar no restaurante-churrasqueira A Valenciana, em Campolide

N.b. - A derrota por 1-0 do Sport Lisboa e Benfica perante o Porto na primeira mão da meia-final da Taça de Portugal, jogada nas Antas, não passaria de um elemento de crónica lateral, tendo em conta que, na Luz, a história do jogo será outra. No entanto, é absolutamente indispensável a referência ao jogo, sendo verdade que, não havendo televisor na sala habitual d’A Valenciana onde sempre se realizou O Jantar, a equipa do restaurante desenvolveu, com assinalável gentileza, todos os esforços para que os Comensais Cordianos pudessem, numa sala disponibilizada exclusivamente para o efeito, ver o jogo. Para tal, a gerência d’A Valenciana procedeu à contratação de um electricista que, na manhã do próprio dia, estabeleceu as ligações necessárias.

'Té já.

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sábado, Março 22, 2014

Anno IX - O Jantar (convocatória)

E ao nono ano publica este blogue, mais uma vez, a convocatória para O Jantar do Caderno de Corda. Cumpre-se assim a formalidade de manter-se o devido registo na casa-mãe, sendo certo que o Caderno de Corda tem, de há cerca de um ano a esta parte, a respectiva página de Facebook. Como sempre, O Jantar, que se realiza invariavelmente no restaurante A Valenciana, é de participação totalmente livre e dedicado aos meus indefectíveis Irmãos cordianos, pensando também nos estimados leitores, fisicamente distantes, ou nem por isso. São igualmente bem-vindos portadores de instrumentos musicais e bailarinas exóticas. Note-se que O Jantar se realiza sempre a dia 26 para que, a 27, dia de aniversário, o Caderno de Corda se apresente devidamente engalanado.

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Explaining the usage of the 5 most important synthesis modules: Oscillator, Filter, Amplifier, Envelope, and LFO - Introduction to Music Production (Berklee College of Music), Assignment 6

Quarta apresentação no Prezi; sexta semana do curso "Introduction to Music Production" (Berklee/Coursera), leccionado por Loudon Stearns. Uma aula simplificada contendo explicações sobre a utilização complexa (!) dos cinco módulos de síntese mais importantes: oscilador, filtro, amplificaror, envelope e LFO. Let's keep on learning in the free world!

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Demonstrating two of the three types of modulated short delay effects (flanger, phaser, chorus) on Boss BR-800 - Introduction to Music Production (Berklee College of Music), Assignment 5


Just for the record, este foi o resultado possível do "assignment" da minha quinta semana do curso "Introduction to Music Production" (Berklee/Coursera) - um dos vários cursos que tenho em... curso, além de outros que já concretizei. Mais uma vez, recomendo vivamente o Coursera.

This is my fifth assignment for the Introduction to Music Production course, run by Berklee College of Music and Coursera, administred by the Professor Loudon Stearns. I chose to elaborate on the topic "Demonstrate two of the three types of modulated short delay effects (flanger, phaser, chorus). Describe how they function and what they are best used for. Be sure to describe the Delay Time, LFO, Feedback and Dry/Wet sections". For that effect I used the Boss BR-800 8-track digital recorder and the electro-acoustic Ibanez EWC30 guitar. Lacking the time, I basically experimented with it in a very simplistic way. Rock on. Let's keep on learning in the free world! :)

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quinta-feira, Fevereiro 27, 2014

"Street Spirit (Fade Out)", de Radiohead, por Davi Reis. Em teste: Boss BR-800 e Golden Age Project FC3



Boss Br-800
O tempo das gravações finalizadas no Boss Micro BR pode bem ter chegado ao fim. Muito recentemente decidi fazer um upgrade ao meu equipamento de "estúdio". Entre outras aquisições, comprei o interface/controlador/gravador quase-tudo-em-um digital de 8 pistas Boss BR-800 e um microfone de condensador largo Golden Age Project FC3.


 
GAP FC3
Para o primeiro teste de som e gravação toquei e cantei uma versão quase "live" (guitarra e voz num take, embora em pistas separadas, sem metrónomo) da canção "Street Spirit (Fade Out)", dos Radiohead, que hoje disponibilizo aqui no player do Reverb Nation. Fiquei especialmente satisfeito com o resultado da captação da guitarra. Porque gravei a altas horas da noite num apartamento, senti dificuldades e limitações, especialmente no que respeita à interpretação vocal, que ficou aquém do que poderia ser.
  
Em breve surgirão novas canções - duas já semi-gravadas no estúdio do Bill e outra começarei a gravá-la muito em breve com o novo equipamento. Stay tuned!

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How to reduce unwanted electrical and acoustical noise when recording - Introduction to Music Production (Berklee College of Music), Assignment 4


Terceira apresentação no Prezi; quarta semana do curso "Introduction to Music Production" (Berklee/Coursera), leccionado por Loudon Stearns. Uma aula simplificada sobre como reduzir ruído eléctrico e acústico em gravação. Let's keep on learning in the free world!

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quinta-feira, Fevereiro 20, 2014

Sonar's channel strip signal flow - Introduction to Music Production (Berklee College of Music), Assignment 3


Segunda apresentação no Prezi; terceira semana do curso "Introduction to Music Production" (Berklee/Coursera), leccionado por Loudon Stearns. Uma aula simplificada sobre o fluxo de sinal no channel strip do SONAR. Let's keep on learning in the free world!

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