domingo, maio 24, 2026

II — ServilivreS — II

II — ServilivreS — II
palíndromo reversível de queda e retorno ↔ ↓↑
Lê-se da esquerda para a direita
e do avesso, da direita para a esquerda.
Lê-se de cima para baixo
e em retorno, de baixo para cima.

Lê-se em queda.
Vira-se do avesso.
Relê-se em retorno.
Livre do poder vil. Aura, rutura, rua. Livres, a rua somos. Sós, somos aura servil. Somos sós. Somos… – o breve verbo: Somos. Paz: zap! Livre, servil… servil é livres; livres é servil: servi livres. Até o poeta a rima mira e até o Papa poeta é. Rir, o breve verbo rir. Até o poder do povo é ovo podre do poeta. Paz: zap! O muro é o rumo, o teu gueto, o nó do dono, o copo no poço. O muro… rever o rumo. Adias a saída: remeter é temer o ano do não. Adias a data da saída. Livres. O muro. Remeter é temer o rumo servil. Paz: zap! Lei fiel. Erro comum ocorre. A lei… fiel a? Ó povo, pó! Livre temer; remeter vil. Livres? A corte. O corte é troco, é troca servil. Paz: zap! O lodo do dolo a casa saca. O nada dá dano; a base do teto desaba. A tropa à porta, o medo do demo, o rito: tiro à sacada da casa. Paz: zap! A torre da derrota, o rumo do muro, o rude e duro ódio do doido. Ato idiota. O lobo ama o bolo. Aí rufa a fúria. O trote torto, o treco certo. O terrível é ele vir reto. Livres. O muro. A greve verga o rumo servil. Paz: zap! Reviver, reler, reviver; rever para prever o muro, reviver o rumo, a rua, aura, a meta, tema, luz azul. O mito é ótimo. Servil, o muro. A greve verga. O rumo: livres. Paz: zap! Servil, a rua. Somos sós, somos aura, livres. Salta esse atlas. Reter e rever para prever e reter. Ó, e reter o mar é ter amor etéreo. Roma me tem amor, amada dama. O dia caído… A base desaba o voo do ovo. A dama cai acamada. Ame o poema. Livre-se, servil! Reviver!
↔ ↓↑
II — ServilivreS — II
palíndromo reversível de queda e retorno ↔ ↓↑
Reviver! Livre-se, servil! Ame o poema. A dama cai acamada. O voo do ovo. A base desaba. O dia caído, amada dama. Roma me tem amor. Ó, e reter o mar é ter amor etéreo. Reter e rever para prever e reter. Salta esse atlas. Servil, a rua. Somos sós, somos aura, livres. Paz: zap! Servil, o muro. A greve verga. O rumo: livres. O mito é ótimo. Luz azul. A meta: tema; a rua: aura. O muro… reviver o rumo, rever para prever. Reviver, reler, reviver. Paz: zap! Livres. O muro. A greve verga o rumo servil. O terrível é ele vir reto. O treco certo, o trote torto, aí rufa a fúria: o lobo ama o bolo. Ato idiota, ódio do doido, o rude e duro, o rumo do muro, a torre da derrota. Paz: zap! À sacada da casa, o rito: tiro. O medo do demo, a tropa à porta. A base do teto desaba. O nada dá dano; a casa saca o lodo do dolo. Paz: zap! Livres? A corte. O corte é troco, é troca servil. Livre temer; remeter vil. Ó povo, pó! A lei… fiel a? Erro comum ocorre: Lei fiel. Paz: zap! Livres. O muro. Remeter é temer o rumo servil. Adias a data da saída, o ano do não. Remeter é temer. Adias a saída. O muro… rever o rumo, o copo no poço, o nó do dono, o teu gueto: o muro é o rumo. Paz: zap! Até o poder do povo é ovo podre do poeta. Rir, o breve verbo rir, e até o Papa poeta é. A rima mira até o poeta. Servi livres. Livres é servil, servil é livres… Livre, servil… Paz: zap! Somos: o breve verbo. Somos sós. Somos livres, a rua somos. Sós, somos aura servil. Aura, rutura, rua livre do poder vil.

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