II — ServilivreS — II
II — ServilivreS — II
palíndromo reversível de queda e retorno ↔ ↓↑
Lê-se da esquerda para a direita
e do avesso, da direita para a esquerda.
Lê-se de cima para baixo
e em retorno, de baixo para cima.
Lê-se em queda.
Vira-se do avesso.
Relê-se em retorno.
e do avesso, da direita para a esquerda.
Lê-se de cima para baixo
e em retorno, de baixo para cima.
Lê-se em queda.
Vira-se do avesso.
Relê-se em retorno.
Livre do poder vil.
Aura, rutura, rua.
Livres, a rua somos. Sós, somos aura servil.
Somos sós. Somos…
– o breve verbo:
Somos.
Paz: zap!
Livre, servil…
servil é livres;
livres é servil:
servi livres.
Até o poeta
a rima mira
e até o Papa poeta é.
Rir, o breve verbo rir.
Até o poder do povo é ovo podre do poeta.
Paz: zap!
O muro é o rumo,
o teu gueto,
o nó do dono,
o copo no poço.
O muro… rever o rumo.
Adias a saída:
remeter é temer
o ano do não.
Adias a data da saída.
Livres. O muro. Remeter é temer o rumo servil.
Paz: zap!
Lei fiel.
Erro comum ocorre.
A lei… fiel a?
Ó povo, pó!
Livre temer; remeter vil.
Livres? A corte. O corte é troco, é troca servil.
Paz: zap!
O lodo do dolo
a casa saca.
O nada dá dano;
a base do teto desaba.
A tropa à porta,
o medo do demo,
o rito: tiro
à sacada da casa.
Paz: zap!
A torre da derrota,
o rumo do muro,
o rude e duro
ódio do doido.
Ato idiota.
O lobo ama o bolo.
Aí rufa a fúria.
O trote torto,
o treco certo.
O terrível é ele vir reto.
Livres. O muro. A greve verga o rumo servil.
Paz: zap!
Reviver, reler, reviver;
rever para prever
o muro, reviver o rumo,
a rua, aura,
a meta, tema,
luz azul.
O mito é ótimo.
Servil, o muro. A greve verga. O rumo: livres.
Paz: zap!
Servil, a rua. Somos sós, somos aura, livres.
Salta esse atlas.
Reter e rever para prever e reter.
Ó, e reter o mar é ter amor etéreo.
Roma me tem amor,
amada dama.
O dia caído…
A base desaba
o voo do ovo.
A dama cai acamada.
Ame o poema.
Livre-se, servil!
Reviver!
↔ ↓↑
II — ServilivreS — II
palíndromo reversível de queda e retorno ↔ ↓↑
Reviver!
Livre-se, servil!
Ame o poema.
A dama cai acamada.
O voo do ovo.
A base desaba.
O dia caído,
amada dama.
Roma me tem amor.
Ó, e reter o mar é ter amor etéreo.
Reter e rever para prever e reter.
Salta esse atlas.
Servil, a rua. Somos sós, somos aura, livres.
Paz: zap!
Servil, o muro. A greve verga. O rumo: livres.
O mito é ótimo.
Luz azul.
A meta: tema;
a rua: aura.
O muro… reviver o rumo,
rever para prever.
Reviver, reler, reviver.
Paz: zap!
Livres. O muro. A greve verga o rumo servil.
O terrível é ele vir reto.
O treco certo,
o trote torto,
aí rufa a fúria:
o lobo ama o bolo.
Ato idiota,
ódio do doido,
o rude e duro,
o rumo do muro,
a torre da derrota.
Paz: zap!
À sacada da casa,
o rito: tiro.
O medo do demo,
a tropa à porta.
A base do teto desaba.
O nada dá dano;
a casa saca
o lodo do dolo.
Paz: zap!
Livres? A corte. O corte é troco, é troca servil.
Livre temer; remeter vil.
Ó povo, pó!
A lei… fiel a?
Erro comum ocorre:
Lei fiel.
Paz: zap!
Livres. O muro. Remeter é temer o rumo servil.
Adias a data da saída,
o ano do não.
Remeter é temer.
Adias a saída.
O muro… rever o rumo,
o copo no poço,
o nó do dono,
o teu gueto:
o muro é o rumo.
Paz: zap!
Até o poder do povo é ovo podre do poeta.
Rir, o breve verbo rir,
e até o Papa poeta é.
A rima mira
até o poeta.
Servi livres.
Livres é servil,
servil é livres…
Livre, servil…
Paz: zap!
Somos:
o breve verbo.
Somos sós. Somos
livres, a rua somos. Sós, somos aura servil.
Aura, rutura, rua
livre do poder vil.
Etiquetas: Chordian Poetry, Jeremias Cabrita da Silva - Citações e Textos, Poemas da Crise, Poesia Cordiana, Revolucionando


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