Um abraço muito, muito forte e o desejo profundo e crente de melhoras ao grande escritor português João Alves da Costa
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Apenas uma nota: referia, há dois posts (dias) atrás, dia 20 de Janeiro, que o Caderno de Corda é agora escrito a partir do sótão de uma casa sita na Rua dos Birbantes, paralela à Calçada de Santana, zona muito antiga da cidade de Lisboa e local místico para mim, terreno sagrado onde em parte fui criado na infância, mais precisamente na Rua Martim Vaz, duas portas ao lado do pátio onde ainda permanece, a um recanto, quase inalterada, a casa onde Amália Rodrigues nasceu.
«'Nesta casa, segundo a tradição documental, faleceu em 10 de Junho de 1580 Luiz de Camões. O actual proprietário, Manoel José Correia, mandou pôr esta lápide em 1867' - eis o que pode ler-se na fachada do n.º 139 da Calçada de Santana, tornejando com o Beco de S. Luís da Pena. Apesar de a morada exacta de falecimento do poeta sempre ter estado envolta em incerteza, a lápide mantém-se hoje no mesmo lugar e sem uma "adenda" que o esclareça. Não por falta de alertas. Em 1934, por exemplo, um parecer da Comissão de Estética Citadina lembrava a 'conveniência de ser apeada a dita lápide' para que 'futuros historiadores da cidade ou biógrafos do poeta não fossem induzidos em erro'. A expressão 'tradição documentada', referia a comissão, deixava antever, aliás, uma clara 'ausência de informação sólida'. Para fundamentar o parecer, a comissão solicitara aos olisipógrafos Augusto Vieira da Silva (de que falaremos mais à frente) e Gustavo Matos Sequeira um contributo aprofundado, tendo o primeiro confirmado ser 'infundada a versão' de ser este o exacto lugar onde Camões morreu. 'A haver alguma probabilidade de [o] localizar, deve presumir-se ser no alto da Calçada Nova do Colégio, próximo da Calçada de Sant'Ana.'» Etiquetas: Diário de Bordo, História, Imagens e Afins, Prosas Cordianas, Quotidianos, Textos Alheios
Hoje (dia 20) reencontrei, por duas vezes em meia hora, um amigo que admiro com incondicionalismo. À primeira, subia eu a Rua do Telhal. À segunda, descia. Pelo meio, enviara-lhe uma mensagem para o telemóvel. Ficara preocupado por algo de que me apercebera à subida da rua. Quando descia, o acaso, creio obra do destino. Lá estava ele, de guitarra na mão, um pouco mais acima de onde o havia encontrado antes, à saída de um café. Não resisti parar de novo, em segunda fila, impedindo os carros atrás de mim de descer. Demos um abraço forte e falámos durante um pedaço, enquanto condutores lisboetas em hora de ponta abusavam a despropósito das buzinas e, como no futebol, davam azo diarreico à soltura de um vasto cardápio de vocábulos indecorosos dirigidos à minha pessoa... Isso fica para mim, assim como os pormenores mais curiosos deste reencontro que, imagino, poderá ter deixado os dois intervenientes a pensar (a mim deixou certamente). Ele tinha passado a noite em branco, depois de ter tocado na campanha de Manuel Alegre. Foi, mais uma vez (é sina), um reencontro curioso por vários motivos... Fica aqui apenas o registo, para que mais tarde o recorde com precisão. O amigo era o Jorge Palma. Etiquetas: Diário de Bordo, Imagens e Afins, Música, Quotidianos
Desde início de Janeiro do ano corrente que o Caderno de Corda é escrito no sótão de uma casa sita na Rua dos Birbantes, paralela à Calçada de Santana, numa zona muito antiga da cidade de Lisboa. Regressei a um local místico para mim, terreno sagrado. Fui em parte criado a metros daqui, na curtíssima Rua Martim Vaz, duas portas ao lado do pátio onde ainda permanece, a um recanto, quase inalterada, a casa onde Amália Rodrigues nasceu. Fica a fotografia (captada pelo telemóvel) da vista da pequena varanda do sótão onde me encontro agora (porque este sótão tem uma varandinha!). Por falar nisso, vou lá agora fumar um cigarrito...Etiquetas: Diário de Bordo, Fotos e Imagens Cordianas, História, Quotidianos
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Nasceu ontem a Baby Jane Constança. Pareceu-me apropriado publicar hoje pela primeira vez o logótipo de uma banda que fez história à sua proporção e de que ainda se ouvirá falar. Tenho a certeza...Etiquetas: Fotos e Imagens Cordianas, Quotidianos, Suspiros
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Iniciei, na passada quarta-feira, nova empreitada poética: a série composta em tempo real "Photopoiesis" - poemas súbitos e instantâneos, em pleno desenvolvimento, com base inspiracional numa fotografia ou imagem. Hoje, introduzirei a novel série "Cartas de Amor Ridículas", também na forma poética, assinalando a óbvia influência de um poema de Fernando Pessoa (sob o heterónimo Álvaro de Campos) no tocante à titulação do compêndio amorável. Não poderia deixar de encetar ambas as séries poéticas sem uma palavra. Seguem-se, portanto, algumas mais - e apropriadas - do egrégio e sublime revérbero parcial de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos:Etiquetas: Cartas de Amor Ridículas, Imagens e Afins, Literatura, Notas Autorais, Notas Explicativas, Photopoiesis, Poesia Alheia, Poesia Cordiana

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