Publicação da crónica d'O Jantar brevemente
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Ainda não é desta que assinalo o dia do golpe de Esta... er... quero dizer... Revolução com a publicação de um documentário fotográfico em filme que realizei em 2004, pelo trigésimo aniversário do 25 de Abril de 1974... Pedi há já longo tempo a um amigo para converter o filme em formato adequado, de modo a que eu pudesse fazer o respectivo upload no You Tube, mas o encontro ainda não foi possível, apesar de morarmos tão perto!... Etiquetas: 25 de Abril Sempre, Diário de Bordo, Fotos e Imagens Cordianas, Hipertexto Vazante, História, Imagens e Afins, Poesia Alheia, Política, Revolucionando
Por falar em "toca", e dando uma pirueta semiológica, o meu querido amigo T. atribuiu-me, na toca do Rato do Deserto, mais exactamente AQUI, um prémio piegas... Qualquer coisa como o glorioso laurel "Este blogue é um mimo". Parece que uma das regras sugere a passagem da honra a 50 (?!) blogues considerados "mimosos" ("ternurentos, simpáticos e agradáveis de se visitar").Etiquetas: 25 de Abril Sempre, Da Blogosfera, Diário de Bordo, Dos Futebóis, Fotos e Imagens Cordianas, Hipertexto Vazante, Imagens e Afins, Notas Explicativas, Quotidianos
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Creio que a foto é de Eduardo Gageiro. Incito os estimados leitores a participarem na "Sondagem Cordiana V: Portugal precisa de uma nova revolução?", uns posts abaixo...Etiquetas: 25 de Abril Sempre, Hipertexto Infuso, Hipertexto Vazante, História, Imagens e Afins, Revolucionando, Sondagens Cordianas
Excertos de "As Armas e o Povo", reportagem de Glauber Rocha (1974-75)
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Cerco ao Quartel do Carmo, em Lisboa. 25 de Abril de 1974.
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"Grândola, Vila Morena" é a canção de Zeca Afonso escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. Composta como homenagem à "Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense", onde, no dia 17 de Maio de 1964, José Afonso actua e conhece o guitarrista Carlos Paredes - "o que esse bicho faz da guitarra", escreveria aos pais em carta -, "Grândola" passou no programa "Limite", da Rádio Renascença, às 0h20m do dia 25. Estava dado o sinal para o arranque das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução ganhava terreno. Zeca havia ficado impressionado com a colectividade Grandolense, "um local obscuro, quase sem estruturas nenhumas, com uma biblioteca com claros objectivos revolucionários, uma disciplina generalizada e aceite entre todos os membros, o que revelava já uma grande consciência e maturidade políticas".
"Vivi o 25 de Abril numa espécie de deslumbramento. Fui para o Carmo, andei por aí... Estava de tal modo entusiasmado com o fenómeno político que nem me apercebi bem, ou não dei importância a isso de Grândola. Só mais tarde, com o 28 de Setembro, o 11 de Março, quando recomeçaram os ataques fascistas e a Grândola era cantada nos momentos de maior perigo ou entusiasmo, me apercebi bem de tudo o que ela significava - e, naturalmente, tive uma certa satisfação".
Zeca Afonso
Fontes:
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"E depois do Adeus" foi a canção que serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974. Com letra de José Niza e música de José Calvário, foi escrita para ser interpretada por Paulo de Carvalho na 12.ª edição do Festival RTP da Canção, do qual tinha saído vencedora pouco tempo antes. Transmitida pelos Emissores Associados de Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, "E depois do adeus" dava a ordem de partida dos quartéis. (Fonte: Wikipedia)
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